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Todos os dias morre um amor |
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Por Edu Reis
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25 de January de 2008 |
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Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. |
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Por Edu Reis
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25 de January de 2008 |
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Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente. |
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Por Edu Reis
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25 de January de 2008 |
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Certa vez um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais, nada menos do que seis onças tremendamente famintas. Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. |
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Olhando para a beleza ao redor |
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Por Edu Reis
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25 de January de 2008 |
O dono de um pequeno comércio, amigo de um grande poeta, abordou-o na rua: - Meu grande amigo poeta, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor tão bem conhece. Poderia redigir o anúncio para o jornal? |
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